FECHSESP - Ferederação dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares do Estado de São Paulo

Quem Somos

Nossa História

A Federação dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares do Estado de São Paulo foi fundada em 02 de julho de 1957 e reconhecida pelo, então, Ministério do Trabalho e Previdência Social em 06 de março de 1958.

Desde 1979 sob a presidência do Sr. José Ferreira Neves, a Federação dispõe de um grande patrimônio – o Edifício Sede, a Colônia de Férias (Praia Grande) e o imóvel onde funciona o nosso Sindicato no município de Araçatuba. Tudo isso graças ao dinâmico trabalho de sua diretoria e dos Sindicatos que buscam sempre lutar por melhores condições de vida e trabalho para as milhares de trabalhadores hoteleiros e similares do Estado de São Paulo

Fala  do Presidente

A redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais é uma luta antiga dos trabalhadores e sindicatos. Nesta década foi intensamente debatida porque, entenderam alguns, serviria de alternativa para enfrentar o desemprego, agravado principalmente no período da crise mundial ocorrida entre os anos de 2008 e 2009.

Diante da previsão de demissão em massa de grandes conglomerados empresariais, governo e sindicatos agiram rápido e de forma criativa encontraram meios de arrefecer o impacto negativo nos trabalhadores (afinal, não foram esses que provocaram a crise): redução de impostos, acordo salarial diferenciado e, nas categorias profissionais mais atingidas pela crise, redução da jornada de trabalho.

Como se vê, a redução da jornada aplicada em alguns setores foi emergencial. Agora é preciso aplicá-la para todos os setores da cadeia produtiva e, para isso, Congresso e Governo Federal precisam se sensibilizar pela sua real viabilidade, tanto econômica como social.

Do ponto de vista econômico, aumentaria o número de empregos, mais trabalhadores seriam contratados e, por conseguinte, aquecimento da economia com mais gente comprando, e mais gente produzindo. Esses mesmos trabalhadores, agora empregados, beneficiados com a redução da jornada, teriam tempo livre para, entre outras coisas, se aperfeiçoarem profissionalmente ou curtirem melhor o convívio familiar

É claro que os interesses dos patrões difere dos trabalhadores, mas é preciso que ambos, intermediados pelas entidades sindicais sérias e comprometidas em resolver esse impasse, encontrem a medida certa do entendimento. De nossa parte, iremos trabalhar para que esse sonho acalentado há anos possa se concretizar.

José Ferreira Neves